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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Procura-se um amor.

Por mais que pareça clichê, é a verdade.
Não faço papel de que estou sozinha e triste, mas tudo é tão superficial e passageiro que a gente acaba por enjoar na mesma velocidade.


Não procuro beleza, dinheiro ou carro. Nem alguém que seja todo tempo simpático e engraçado. Isso talvez seja o que a mãe deseja para uma filha. Ou um estrangeiro.

Não procuro um príncipe encantado. Nunca fui fã de contos de fadas.

Procuro um homem de verdade. Que domine e deixe-se ser dominado. Que me chame de linda todos os dias e me provoque ao me chamar de gostosa.

Um homem que saiba reconhecer seus defeitos e busque melhorá-los, não por mim, mas por si mesmo.

Aquele que quando eu estiver de TPM e a ponto de matá-lo, diga que sou a mulher da vida dele e que até conseguiria conviver com a outra pessoa que me torno quando estou nesse período, seria como ter uma mulher diferente a cada ciclo.

Poderia olhar para algumas bundas e peitos disfarçadamente, e sentir aquela pitada de ciúmes quando eu me arrumasse um pouco mais para o trabalho.

Não precisaria amar meus pais, mas respeita-los assim como respeitaria a mim.

Na realidade, não existiria a forma perfeita, com o conteúdo exato. Mas teria que ser verdadeiro, tem que ser verdadeiro. Cada sorriso, cada lágrima, cada discussão e cada declaração.

Amor, essa é a palavra.

Aquilo que te faz chorar de tristeza e felicidade. Que te faz tremer. Suar, sentir as mãos frias e o corpo quente. E que faz você sentir as emoções de forma tão intensa.

Cansei de escrever. Mas talvez ainda não tenha encontrado esse tal de amor. Ou ele passou por mim e eu nem percebi.

"Will you still need me? Will you still feed me when i'm sixty four?"

Beijos pra quem leu.

Kelly Kristine